Doença misteriosa ataca crianças da África do Sul e intriga cientistas


 

Max Milliano Melo

Publicação: 13/04/2012 08:00 Atualização: 13/04/2012 11:07

As crianças nascem saudáveis e brincam com os amigos naturalmente. No fim da primeira infância, porém, surgem as crises. Parecendo um ataque epilético, garotos e garotas se contorcem e precisam ser amparados. Apesar de o problema surgir por volta dos 4 ou 5 anos, é na adolescência que a situação se torna extremamente grave. As crises passam a ser constantes e cada vez mais fortes. Os jovem ficam apáticos, não querem comer e enfrentam episódios de espasmos na cabeça. As famílias temem que o mal seja contagioso, e muitas abandonam seus filhos. Outras os amarram em árvores para que eles, em crise, não caiam no fogo, em rios ou em penhascos. A vida se arrasta, até que, um a um, os atingidos pela doença terminam por sucumbir.

A situação dramática dessas crianças que vivem no sul da África é acompanhada por um agravante. Os médicos pouco podem fazer por elas. Não existe tratamento. Na verdade, os especialistas nem sequer sabem o que vem causando o mal. Os primeiros casos foram relatados pela médica canadense Louise Jilek-Aall, em 1960, na região de Mahenge, cidadezinha isolada nas montanhas da Tanzânia. “As pessoas com epilepsia eram temidas, pois acreditava-se que a doença fosse contagiosa”, contou Louise à revista Science, que, na edição desta semana, traz um especial sobre o mal misterioso. “Eles foram evitados pelos outros. Alguns morreram por maus-tratos”, relata a atual professora emérita da Universidade da Columbia Britânica, em Vancouver, no Canadá.

 

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br

 

O coração e suas dimensões

Qui, 26 de Janeiro de 2012 10:39

 

Desde o inicio das civilizações até os dias atuais da humanidade não jorrou tanto sangue, que daria para encher os oceanos Atlantico e Indico.O coração é o organismo mater, é uma coisa extraordinária, bate 70 vezes por minuto, num ano de função deve bombear 2.457.000 litros, suficientemente para encher mais de 245 caminhões tanques de 10.000 litros de capacidade, equivale 60.000 habitantes, durante um ano, o que equivale a 147.420.000.000 litros, (147 bilhões e 420 milhões) dez anos equivale aos rios do Indios, Ivai, Paraná e Paranazão em sua região, como Cianorte tem 60.000 habitantes iniciamos esse paralelo de base. 

 

Fonte:Jornal Alfa Omega

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Brasil vai produzir modelo mais barato de stent

 

Sex, 03 de Fevereiro de 2012 14:57

 

A Indústria Médica Brasileira vai ser a primeira da América Latina a produzir um equipamento usado no mundo inteiro para melhorar o funcionamento do coração.

Depois de sete anos de pesquisa, o Instituto do Coração, em São Paulo, desenvolveu um modelo mais barato de stent. É um dispositivo que ajuda a desobstruir as artérias em que é implantado. O stent brasileiro deve começar a ser usado em pacientes do SUS na próxima semana.

Fonte:JN

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Cientistas usam células-tronco para produzir veias artificiais

Ter, 17 de Janeiro de 2012 10:09

A pesquisa, que abre caminho para a produção em larga escala de veias artificiais, foi realizada na Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, e publicada na revista científica Nature Biology.

Embora células sanguíneas e cardíacas já tenham sido criadas em laboratório antes, a partir de células-tronco, esta foi a primeira vez que todos os principais tipos de músculos lisos foram desenvolvidos, em um sistema que poderia ser transposto para uma escala industrial.

Ponte de safena e stent

A fabricação de vasos sanguíneos artificiais pode ser uma alternativa menos arriscada do que alguns procedimentos cirúrgicos envolvendo o sistema circulatório.

Hoje, problemas graves dependem de pontes de safena e stents.

Pacientes com insuficiência renal, que necessitam de enxertos vasculares para realização da hemodiálise, também poderiam se beneficiar da fabricação de vasos sanguíneos artificiais em larga escala.

Células-tronco

Os músculos lisos são localizados nas paredes de órgãos ocos, como os vasos sanguíneos.

Os cientistas usaram células-tronco embrionárias e células-tronco retiradas de amostras da pele de pacientes - todas conhecidas como células-tronco humanas pluripotentes, ou seja, capazes de se transformar em qualquer tecido do corpo.

Os cientistas desenvolveram uma técnica de cultura que faz com que as células-tronco se diferenciem nas células que formam os vasos sanguíneos.

 

Fonte:Diario da Saúde

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